domingo, 14 de abril de 2013

A Polícia está investigando só preto, pobre e prostituta

 

Há uma boa justificativa para o fato de existirem bem menos pessoas presas atualmente no Brasil por decorrência de investigações do Ministério Público do que aqueles que são detidos pela Polícia Civil, conforme apontou diretor da Associação Nacional dos Delegados de Polícia, Magnus Barreto. E o motivo disso não tem nada a ver com o fato do MP poder ou não investigar. Segundo o presidente da Associação dos Promotores de Justiça do RN (Ampern), Eudo Leite, o motivo é que o MP investiga crimes praticados por poderosos, enquanto as polícias prendem pessoas mais humildes.
“Magnus tem alguma razão no que está dizendo pelo simples fato de que quem está investigando os crimes de corrupção, de colarinho branco, os poderosos, é o Ministério Público. A Polícia está investigando só preto, pobre e prostituta. Portanto esses vão para cadeia normalmente no Brasil”, afirmou o presidente da Ampern.
Segundo Eudo Leite, “os políticos, a classe econômica poderosa nesse país, a gente tem uma grande dificuldade de colocar na cadeia. Mas o MP tem feito um trabalho exemplar. Tem investigado, tem acusado. Tem conseguido prisões para permitir que o processo possa andar, prisões preventivas, que permitem a não destruição de provas”.
Além disso, o fato das condenações não terem sido deferidas até o momento, em muitos casos, não é consequência da investigação, mas sim do ritmo processual mesmo. “Condenação ou não, aí é um problema do sistema judicial brasileiro. É um problema de cultura. É um problema do processo ser muito mais complexo, ter grandes advogados, que cria uma grande dificuldade para o processo tramitar adequadamente. Na verdade, os poderosos, a quem o MP atinge, realmente, há muito mais dificuldade para que eles sejam condenados”, analisou.
De qualquer forma, essa afirmação também acaba por concordar com outra declaração de Magnus Barreto, de que o Ministério Público do RN pinça as principais investigações para si e não se preocupa, por exemplo, em apurar roubos de uma bicicleta, que muitas vezes, para o cidadão, é tão importante quanto um carro, por exemplo.
“A questão é que o Ministério Público quer o poder e não o dever de investigar. Na realidade eles querem os processos que geram mídia, que atraem o interesse de vocês jornalistas. Os promotores gostam mesmo é de bancar os heróis da sociedade”, analisou o delegado Magnus Barreto.
É importante lembrar que toda essa discussão sobre quem investiga quem é resultado da análise da Proposta de Emenda Constitucional 37 (PEC 37), que está em tramitação na Câmara Federal. O delegado Magnus é a favor da aprovação dela e, consequentemente, favorável da impossibilidade do MP realizar investigações. O promotor Eudo Leite, claro, é contra.
Sobre esse assunto, inclusive, nesta sexta-feira houve uma grande mobilização na Assembleia Legislativa do RN onde foi anunciado apoio ao MP contra a PEC 37.
 Promotor compara o Foliaduto ao Máscara Negra e afirma: “Foliaduto foi muito mais grave”
Nesta semana, foi só se falar na contratação irregular de bandas para shows gratuitos para a população, que se lembra, automaticamente, da Operação Máscara Negra, do Ministério Público do RN, deflagrada nesta terça-feira. Contudo, há alguns anos, o que se lembrava quando se falava em shows e bandas sob suspeita era de outro caso de grande repercussão local: o Foliaduto, ocorrido durante a gestão da ex-governadora e atual vice-prefeita Wilma de Faria, em 2006. E para o promotor Eudo Leite, presidente da Associação dos Promotores de Justiça do RN (Ampern), o Foliaduto, ainda, é o mais grave.
“Os dois casos tratam de irregularidades em festejos no Estado. E, naturalmente, no Foliaduto, as festas sequer existiam. Ele é muito mais grave que o Máscara Negra. Em Macau e Guamaré, digamos que a fraude foi mais sofisticada. A festa existiu, mas foi superfaturada aquela despesa”, avaliou Eudo Leite.
O presidente da Ampern explicou também que no caso do Foliaduto, diferente do Máscara Negra, os gestores máximos da época, no caso, a governadora Wilma de Faria, não chegou a ser apontada como envolvida no esquema porque não era ela a ordenadora de despesa. Estava em um grau hierárquico muito distante, diferente dos ex-prefeitos de Macau, Flávio Veras, e de Guamaré, Auricélio Teixeira, que eram os próprios ordenadores da despesa.
“No Foliaduto houve a investigação da governadora, mas não houve o processo porque ela não assinava os documentos. O que nós tivemos foi o irmão da governadora (Carlos Faria), que era o chefe da Casa Civil, em que pese ele não ter assinado documentos, mas ele teve a chamada autoria de escritório, ele determinou à Fundação José Augusto à concepção daquelas fraudes. E na denúncia oferecida pelo Ministério Público não se logrou êxito que a governadora tivesse agido daquela mesma forma”, analisou o promotor, ressaltando que, “no caso da Máscara Negra é diferente porque o prefeito é o ordenador de despesa. Ele age diretamente”.
É importante lembrar que na semana passada, o parecer do Ministério Público de Contas no processo que apura o Foliaduto no Tribunal de Contas do Estado (TCE) também confirmou a exclusão da governadora Wilma de Faria do processo. Na verdade, apenas o diretor da FJA na época, François Silvestre, foi colocado como responsável, uma vez que a análise do TCE é ainda mais técnica que a do MP sobre o caso, colocando como autor dos desvios apenas aquele que, realmente, assinou pelos shows.
Jornal de Hoje
Há uma boa justificativa para o fato de existirem bem menos pessoas presas atualmente no Brasil por decorrência de investigações do Ministério Público do que aqueles que são detidos pela Polícia Civil, conforme apontou diretor da Associação Nacional dos Delegados de Polícia, Magnus Barreto. E o motivo disso não tem nada a ver com o fato do MP poder ou não investigar. Segundo o presidente da Associação dos Promotores de Justiça do RN (Ampern), Eudo Leite, o motivo é que o MP investiga crimes praticados por poderosos, enquanto as polícias prendem pessoas mais humildes.
“Magnus tem alguma razão no que está dizendo pelo simples fato de que quem está investigando os crimes de corrupção, de colarinho branco, os poderosos, é o Ministério Público. A Polícia está investigando só preto, pobre e prostituta. Portanto esses vão para cadeia normalmente no Brasil”, afirmou o presidente da Ampern.
Segundo Eudo Leite, “os políticos, a classe econômica poderosa nesse país, a gente tem uma grande dificuldade de colocar na cadeia. Mas o MP tem feito um trabalho exemplar. Tem investigado, tem acusado. Tem conseguido prisões para permitir que o processo possa andar, prisões preventivas, que permitem a não destruição de provas”.
Além disso, o fato das condenações não terem sido deferidas até o momento, em muitos casos, não é consequência da investigação, mas sim do ritmo processual mesmo. “Condenação ou não, aí é um problema do sistema judicial brasileiro. É um problema de cultura. É um problema do processo ser muito mais complexo, ter grandes advogados, que cria uma grande dificuldade para o processo tramitar adequadamente. Na verdade, os poderosos, a quem o MP atinge, realmente, há muito mais dificuldade para que eles sejam condenados”, analisou.
De qualquer forma, essa afirmação também acaba por concordar com outra declaração de Magnus Barreto, de que o Ministério Público do RN pinça as principais investigações para si e não se preocupa, por exemplo, em apurar roubos de uma bicicleta, que muitas vezes, para o cidadão, é tão importante quanto um carro, por exemplo.
“A questão é que o Ministério Público quer o poder e não o dever de investigar. Na realidade eles querem os processos que geram mídia, que atraem o interesse de vocês jornalistas. Os promotores gostam mesmo é de bancar os heróis da sociedade”, analisou o delegado Magnus Barreto.
É importante lembrar que toda essa discussão sobre quem investiga quem é resultado da análise da Proposta de Emenda Constitucional 37 (PEC 37), que está em tramitação na Câmara Federal. O delegado Magnus é a favor da aprovação dela e, consequentemente, favorável da impossibilidade do MP realizar investigações. O promotor Eudo Leite, claro, é contra.
Sobre esse assunto, inclusive, nesta sexta-feira houve uma grande mobilização na Assembleia Legislativa do RN onde foi anunciado apoio ao MP contra a PEC 37.
 Promotor compara o Foliaduto ao Máscara Negra e afirma: “Foliaduto foi muito mais grave”
Nesta semana, foi só se falar na contratação irregular de bandas para shows gratuitos para a população, que se lembra, automaticamente, da Operação Máscara Negra, do Ministério Público do RN, deflagrada nesta terça-feira. Contudo, há alguns anos, o que se lembrava quando se falava em shows e bandas sob suspeita era de outro caso de grande repercussão local: o Foliaduto, ocorrido durante a gestão da ex-governadora e atual vice-prefeita Wilma de Faria, em 2006. E para o promotor Eudo Leite, presidente da Associação dos Promotores de Justiça do RN (Ampern), o Foliaduto, ainda, é o mais grave.
“Os dois casos tratam de irregularidades em festejos no Estado. E, naturalmente, no Foliaduto, as festas sequer existiam. Ele é muito mais grave que o Máscara Negra. Em Macau e Guamaré, digamos que a fraude foi mais sofisticada. A festa existiu, mas foi superfaturada aquela despesa”, avaliou Eudo Leite.
O presidente da Ampern explicou também que no caso do Foliaduto, diferente do Máscara Negra, os gestores máximos da época, no caso, a governadora Wilma de Faria, não chegou a ser apontada como envolvida no esquema porque não era ela a ordenadora de despesa. Estava em um grau hierárquico muito distante, diferente dos ex-prefeitos de Macau, Flávio Veras, e de Guamaré, Auricélio Teixeira, que eram os próprios ordenadores da despesa.
“No Foliaduto houve a investigação da governadora, mas não houve o processo porque ela não assinava os documentos. O que nós tivemos foi o irmão da governadora (Carlos Faria), que era o chefe da Casa Civil, em que pese ele não ter assinado documentos, mas ele teve a chamada autoria de escritório, ele determinou à Fundação José Augusto à concepção daquelas fraudes. E na denúncia oferecida pelo Ministério Público não se logrou êxito que a governadora tivesse agido daquela mesma forma”, analisou o promotor, ressaltando que, “no caso da Máscara Negra é diferente porque o prefeito é o ordenador de despesa. Ele age diretamente”.
É importante lembrar que na semana passada, o parecer do Ministério Público de Contas no processo que apura o Foliaduto no Tribunal de Contas do Estado (TCE) também confirmou a exclusão da governadora Wilma de Faria do processo. Na verdade, apenas o diretor da FJA na época, François Silvestre, foi colocado como responsável, uma vez que a análise do TCE é ainda mais técnica que a do MP sobre o caso, colocando como autor dos desvios apenas aquele que, realmente, assinou pelos shows.
Jornal de Hoje

insegurança paraiba Preso de Cajazeiras é flagrado extorquindo mulher;

Preso de Cajazeiras é flagrado extorquindo mulher; Ele ameaçou sequestrar e matar filha da vítima. Veja!
Welsson Robson Santos está detido no Presídio Regional Padrão da cidade de Cajazeiras, acusado de estelionato e tráfico de entorpecente. Confira aqui!
Preso de Cajazeiras é flagrado extorquindo mulher; Ele ameaçou sequestrar e matar filha da vítima. Veja!
Presidiário é flagrado tentando dá golpe
O presidiário Welsson Robson Santos, de 29 anos de idade foi flagrado esta semana, tentando aplicar golpe em uma pessoa na cidade de Campina Grande, identificada por “Juliana”.
Welsson está detido no Presídio Regional Padrão da cidade de Cajazeiras, acusado de estelionato e tráfico de entorpecente.
De acordo com o diretor do presídio, Jailson Santos, o apenado foi flagrado, através de grampo telefônico, tentando extorquir uma mulher, ameaçando sequestrar e matar a filha de Juliana, caso não depositasse uma alta quantia de dinheiro em sua conta bancária.
Jailson informou que acompanhou toda a operação e conseguiu flagrar várias vezes o apenado ameaçando a mulher.
“Ficamos felizes porque conseguimos desarticular o esquema de extorsão que vinha acontecendo na penitenciária, e ao mesmo tempo tristes porque bandidos ainda que atrás das grades conseguem dá continuidade aos seus  crimes”. Disse o diretor

OS 5 ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO



O site Odd Stuff Magazine fez uma lista com os animais perigosos da Terra. Contudo, entre os animais mais perigosos, como poderá ver não se encontra nenhum mamífero, como muitos de nós poderíamos supor. É que aparentemente perigo no reino animal significa tudo menos tamanho.

1. Aranha-teia-de-funil australiana (Atrax Robustus). O veneno leva facilmente a um enfarte na sua vítima. O seu corpo varia entre os 1 a 5 cm e as fêmeas costumam ser maiores e até seis vezes mais letais do que os machos. Com exceção dos humanos e dos macacos, nenhum outro mamífero sofre os efeitos do seu veneno.


2. O Stonefish (Synanceia) é um dos peixes mais venenosos do mundo e que consegue sobreviver até um dia fora da água. O contato com este peixe acontece quando alguém pisa o animal, cujo veneno fica na espinha dorsal. Isso causa envenenamento até à morte se a ferida não for tratada rapidamente.
3. A Solifugae é uma espécie de invertebrado muito parecido com os aracnídeos. Pode ser encontrada nos desertos, podendo atingir os 30 cm. Ela ataca com mordidas que infeccionam facilmente, mas raramente levam à morte. 
4. A Água-viva-juba-de-leão (Cyanea capillata) é muito grande, sendo muito parecida com uma anémona. O recorde mundial desta espécie situa-se nos 2,3 metros de diâmetro e tentáculos de quase 40 metros. Ela é extremamente rara, mas não deixa de ser extremamente perigosa. Este é um bicho que habita geralmente águas geladas do Ártico, Atlântico e Pacífico Norte. 

5. Mamba Negra (Dendroaspis polylepis), a maior cobra venenosa da África. Esta é uma cobra agressiva e de veneno mortal, podendo chegar aos 3,2 metros de comprimento e alcançar os 20 km/h. 

Esse verme pode cortar uma pessoa em dois!

                         
 
Muitas das criaturas mais assustadoras do mundo vivem no fundo do mar, das mais famosas como baleias e tubarões até as menos conhecidas, mas igualmente terríveis, como o verme Bobbit.
Cientificamente nomeado Eunice aphroditois, e também chamado de verme gigante de corais, esse bicho ganhou o apelido de “Bobbit” graças a um fotógrafo subaquático que decidiu, há duas décadas, que seus métodos de caça eram semelhantes ao caso da família Bobbitt de 1993.
O incidente envolveu Lorena Bobbitt cortando quase metade do “membro” de seu marido fora. E. aphroditois é semelhante, seja por suas mandíbulas abertas lembrarem uma tesoura, seja porque seu corpo se assemelha a um pênis ereto.
O apelido é um pouco impreciso, entretanto, já que a Sra. Bobbitt usou uma faca, e não uma tesoura, para cortar seu marido. Mais perigoso ainda é o verme Bobbit, que não precisa de nenhum objeto para lhe cortar em dois.


Fica o aviso: não nade em águas quentes em profundidades de 10 a 40 metros, onde o verme é geralmente encontrado. Com um corpo extraordinariamente grande em comprimento, ele é muito capaz de cortar o seu membro fora.
A criatura passa a maior parte do tempo enterrada sob a areia do fundo do mar, com apenas uma parte de seu corpo para fora, onde ele tem cinco antenas para detectar suas presas, geralmente vermes menores e peixes.
Para pegar o alimento escolhido, ele usa um aparelho digestivo complexo, que pode girar de dentro para fora como os dedos de uma luva, com mandíbulas afiadas na extremidade, que se fecham rapidamente como uma tesoura.
Presas infelizes são por vezes cortadas em duas por causa da velocidade e força dos ataques do verme Bobbit. Humanos podem levar picadas desagradáveis se estiverem por perto.
Quando uma presa é capturada, o verme volta para a sua toca para se alimentar. Na falta de seus alimentos preferidos, ele também come algas e outras plantas marinhas ao redor da superfície de sua toca.

Verme gigante

Desde o século 19, biólogos marinhos consideram o E. aphroditois um dos maiores poliquetas – uma classe de vermes segmentados, principalmente marinhos.
O Bobbit tem em média um metro de comprimento, mas exemplares de três metros já foram descobertos.
Hiro’omi Uchida, diretor-assistente do Parque Marinho Kushimoto no Japão, descreveu um verme desses encontrado escondido em uma embarcação em 2009. “Não se sabe quando o espécime entrou pela primeira vez no barco, parado naquele porto há 13 anos”, disse.

Os 7 piores dias do planeta Terra

O planeta Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos, e nestes anos já viu muitos dias ruins (realmente ruins, com colisões planetárias, chuvas de fogo, gelo de polo a polo, nuvens tóxicas e tudo o mais). Confira sete dos piores dias que o globo já passou:
 





 
7. O impacto com Theia
A formação do planeta Terra foi um período de grandes impactos.
O que era um anel de gás e poeira foi formando “grumos”, que por sua vez se juntaram para dar forma ao planeta. Depois de alguns milhões de anos, a crosta da Terra já havia esfriado e solidificado, quando uma aproximação com um outro planeta acabou da pior forma possível: em uma colisão que lançou a atmosfera e parte da crosta terrestre no espaço.
O planeta hipotético que teria colidido com a Terra no início da sua “vida” recebeu o nome de Theia, e teria se formado ao mesmo tempo que o nosso, na mesma órbita. Com 10% da massa da Terra, mais ou menos o tamanho de Marte, o núcleo de Theia afundou e se tornou parte do núcleo terrestre, enquanto um pedaço de sua crosta se misturou a nossa crosta e também à massa que entrou em órbita.
Essa massa que entrou em órbita formou primeiro um disco de matéria, como os anéis de Saturno, e depois se agregou em um novo corpo, a lua. Com sua órbita inclinada, o satélite estabilizou a rotação da Terra que, sem o seu constante puxão gravitacional, estaria sujeita ao dos outros planetas, o que desestabilizaria seu eixo.

6. O intenso bombardeio tardio
Levou cerca de 150 milhões de anos para a crosta terrestre resfriar e se solidificar novamente, quando outro “dia ruim” chegou: o intenso bombardeio tardio.
Por alguma razão desconhecida, depois que os planetas rochosos já estavam formados (e por isto o nome de “tardio”), uma chuva intensa de trilhões de asteroides e cometas atingiu o sistema solar interior. As causas podem ser alguma instabilidade nas órbitas dos gigantes gasosos, embora existam outras hipóteses.
Neste bombardeio, asteroides imensos atingiram o planeta. Alguns cientistas supõem que foi um período em que a vida se formava para em seguida ser apagada por um asteroide, e isto teria se repetido várias vezes.
Mas não há evidências na crosta terrestre deste bombardeio, que durou cerca de 200 milhões de anos. Qualquer cratera da época, cerca de 4,1 bilhões de anos atrás, foi apagada pela erosão.
As evidências deste bombardeio estão na lua, que tem algumas de suas maiores crateras datando daquela época. Qualquer chuva de asteroides que tenha atingido o satélite naquela época certamente atingiu a Terra também, além de Vênus, Mercúrio e Marte.
Mas há um ponto positivo no intenso bombardeio tardio. Alguns cientistas especulam que os metais que utilizamos hoje, entre eles platina, prata e ouro, foram depositados por estes asteroides, já que os metais que faziam parte do planeta teriam mergulhado para seu centro durante a fase em que a Terra estava liquefeita.

5. Terra bola de neve
Este foi um cataclismo que durou centenas de milhares de anos, chamado Terra bola de neve, um período em que a Terra congelou completamente. E não só uma vez, mas várias vezes.
Durante uma era do gelo típica, as geleiras avançam dos polos em direção ao equador, atingindo, do lado norte, as regiões que hoje correspondem à Nova Iorque, nos Estados Unidos, e Paris, na França. Mas quando aconteceram os eventos “Terra bola de neve”, toda a superfície do planeta congelou, de polo a polo.
Os piores episódios de congelamento do planeta teriam acontecido primeiro a 2,4 bilhões de anos, e depois, 600 milhões de anos atrás. Não há evidências diretas destes períodos de congelamento, mas a hipótese da Terra congelada explica porque há depósitos de glaciares em áreas que já foram o equador do planeta.
E o que teria causado este cataclismo gelado? Talvez a própria vida. Quando surgiu a vida, o gás que ela respirava era metano, um gás de efeito estufa, que teria mantido o planeta aquecido até que surgiu a clorofila na Terra, e os microrganismos passaram a produzir oxigênio.
O oxigênio oxidou o metano e produziu dióxido de carbono, e as criaturas que viviam de metano morreram na assim chamada catástrofe do oxigênio. O desaparecimento da camada de metano acabou com o efeito estufa da época, e o planeta congelou.
A era do gelo provavelmente acabou por causa da atividade vulcânica do planeta, que era mais intensa na época, o suficiente para descongelar o planeta.
Curiosamente, depois de ambos os períodos de congelamento, a vida floresceu no planeta com vigor renovado, causando a diversificação de vida microbiana 2,4 bilhões de anos atrás, e a vida animal 600 milhões de anos atrás.

4. A extinção ordoviciana
99% de todas a espécies que já existiram estão extintas, a maioria por causa de eventos de extinção em massa. O primeiro destes aconteceu durante o período ordoviciano, 450 milhões de anos atrás.
De todas as extinções em massa, a do ordoviciano é a mais misteriosa. Como ela aconteceu há mais tempo do que todas as outras, as pistas sobre o que ocorreu são as mais tênues.
A princípio, os cientistas acreditaram que a extinção foi causada por uma era do gelo, mas uma nova hipótese está se formando: a de que a Terra foi banhada por um disparo de raios gama. Este tipo de evento acontece quando uma estrela explode ao longo de seu eixo, nas duas direções, norte e sul.
Um disparo de raios gama que atingisse a Terra vaporizaria 1/3 da camada de ozônio, expondo os seres vivos à doses letais de radiação e à radiação UV, prejudicial a nós. Além disso, o raio gama romperia as moléculas de nitrogênio e oxigênio, produzindo um nevoeiro de dióxido de nitrogênio, o que causaria um desastre secundário – uma era do gelo.
Não há certeza se a suposta era do gelo foi causada por um disparo gama, mas é certo que as criaturas vivas que se arrastavam na superfície e camadas mais altas do oceano sofreram um decréscimo enorme, sugerindo que foram mortas por raios UV.
Outra hipótese mais fantástica é a de que a Terra sofreu as consequências de uma onda de choque. A galáxia viaja por um fluxo de gás intergaláctico, e quando a Terra afasta-se acima ou abaixo do disco galáctico, é exposta a raios cósmicos causados pelo aquecimento deste gás na onda de choque à frente do sistema solar.
Isto acontece a cada 64 milhões de anos, o que corresponde a uma diminuição e aumento da biodiversidade da vida a cada 62 milhões de anos, que aparece no registro fóssil. Estarão ligados, estes eventos? É uma hipótese que ainda está sendo desenhada e não foi testada, mas parece poder explicar algumas extinções em massa na Terra.

3. A extinção KT
A extinção KT (do nome das camadas que ela separa, o Cretáceo e o Terciário) é a mais famosa. Aconteceu há 65 milhões de anos e foi causada pela queda de um asteroide, Chicxulub, na região do Iucatã que tem o mesmo nome. Ela liquidou os dinossauros e abriu caminho para o domínio dos mamíferos.
A novidade é que existe uma hipótese de que o asteroide Chicxulub não foi o único causador da extinção KT; ele teria sido apenas um coadjuvante. Um derramamento de lava que jorrou material suficiente para cobrir mais de um milhão de quilômetros quadrados, jogando gases tóxicos na atmosfera que poderiam alterar o clima da Terra, parece ser o principal culpado.
Este derramamento de lava já estaria acontecendo quando o asteroide Chicxulub deu o golpe de misericórdia nos dinossauros, na época já em declínio.
Também pode ser que tal golpe de misericórdia tenha sido múltiplo, com vários asteroides atingindo a Terra – Chicxulub não seria nem o maior deles.
Os defensores dos múltiplos impactos apontam para uma estrutura misteriosa no fundo do mar próximo da costa da Índia, que recebeu o nome de cratera Shiva. Mas os críticos apontam que a estrutura pode nem mesmo ser uma cratera de impacto.
E para quem está se perguntando se poderemos ter o mesmo fim dos dinossauros, a resposta é sim. A passagem do asteroide 2012 DA14 e a explosão do meteoro sobre a Rússia servem de aviso – isto pode acontecer novamente. Foguetes e tecnologia serão suficientes para nos salvar?

2. A Grande Mortandade
Esta é a maior extinção em massa do planeta Terra, e uma que ainda tem mistérios não resolvidos. Aconteceu a 250 milhões de anos atrás, e resultou na morte de 95% de todos os seres vivos que haviam no planeta. Mais vidas morreram então do que em qualquer tempo antes e depois, até hoje.
Durante décadas, os cientistas procuraram por pistas para a causa de tanta morte, e um dos culpados supostos seria um supervulcão da Sibéria cuja erupção durou um milhão de anos e produziu o maior fluxo de lava de que se tem notícia. O derramamento teria queimado plantas, liberando gases tóxicos e de efeito estufa, causando um aquecimento global.
O problema é que até as plantas que conseguem sobreviver com gás carbônico sucumbiram. O que poderia ter causado sua morte?
Recentemente, uma nova hipótese foi levantada: a de que houve também formação do gás sulfato de hidrogênio, que, combinado com o calor, poderia ter causado a extinção em massa da época.

1. Apocalipse Solar
Em cinco bilhões de anos, o sol vai mudar: vai passar de anã amarela para gigante vermelha quando seu hidrogênio acabar e ele passar a fundir hélio para formar carbono. Neste processo, deve se expandir e ficar 200 vezes maior.
Enquanto expande, o sol vai engolir primeiro Mercúrio, depois Vênus, e talvez a Terra – o destino do nosso planeta ainda não é conhecido; ele pode ser empurrado para uma órbita mais alta ou engolido também.
De qualquer forma, o planeta Terra de então será bem diferente do atual.
A cada bilhão de anos, o sol fica 10% mais brilhante, o que significa que em menos de 10 bilhões de anos o planeta estará brilhante o suficiente para arrancar o gás carbônico da atmosfera, matando as pantas que dependem deste gás para crescer e realizar a fotossíntese.
E não é só isso. Para nossa desgraça (literalmente), os oceanos vão evaporar e toda a vida do planeta será extinta. A Era dos Animais deve terminar em cerca de 500 milhões de anos.[The Universe: Worst Days on Planet Earth, hypescience]

Veja a droga que faz os viciados apodrecerem vivos

Uma droga barata e viciante de fácil obtenção que apodrece a carne deixando os ossos do usuário expostos, transforma as pessoas em um verdadeiro zumbi. A droga russa conhecida como Krokodil é real e apavorante.

O que é Krokodil?

Krokodil é um substituto para uma droga cara, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a “desomorphine” que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína.
A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.

Qual a razão do Krokodil apodrecer a carne de quem usa?

O problema não é necessariamente o vício na desomorphine, a substância em si não é tão nociva, tanto que é comercializada em alguns países. O fato é que a reação que transforma codeína em desomorphine pode ser feita numa cozinha, a maioria das apreensões da droga mostrou produtos com excesso de impurezas.
Aos fabricantes de Krokodil muitas vezes faltam materiais, e, portanto, usam gasolina como solvente, utilizam também fósforo vermelho, iodo, e ácido clorídrico como reagentes para sintetizar a desomorphine a partir de comprimidos de codeína. Não há um controle de qualidade e o produto sai diretamente do “fogão para a veia”, causando estragos irreparáveis no corpo dos drogados.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

PSDB nacional decide.Partido terá Candidatura à governador em todos os estados.E aposta em Cássio na Paraíba



Destaques, Política
O objetivo de lançar o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) como candidato ao Governo do Estado nas eleições do próximo ano vai além das pretensões da Executiva Estadual do PSDB. O partido disputará a presidência da República com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e, para o fortalecimento da sua candidatura, a direção nacional deverá determinar por faixa própria em todos os estados brasileiros para batalha pelo cargo de governador.
O presidente nacional do partido, o deputado federal Sérgio Guerra (PSDB-PE), foi claro ao declarar ao Portal Correio o posicionamento da direção acerca do pleito para Governo de Estado. Segundo ele, a direção almeja candidatura própria na Paraíba, assim como, nas demais 26 unidades federativas. “O desejo do PSDB é ter candidaturas próprias em todos estados da federação e a Paraíba se insere nesse contexto”, afirmou.
Sérgio Guerra acredita que o senador Cássio Cunha Lima tem os requisitos necessários para entrar na corrida eleitoral encabeçando a chapa majoritária. “O senador Cássio Cunha Lima tem todos as condições para disputar as eleições do próximo ano”, garantiu o presidente do PSDB nacional.
Dentre os nomes que compõem o quadro tucano no Estado, o de Cássio Cunha Lima se destaca.  Eleito duas vezes governador e detentor do mandato de senador, o tucano se apresenta como a melhor opção da legenda, de acordo com o presidente estadual do PSDB da Paraíba, o deputado federal Ruy Carneiro.
Ainda faltam 18 meses para as eleições de 2014 e apesar de Ruy Carneiro afirmar que os debates eleitorais não devem ser antecipados, ele não esconde a intenção da direção estadual indicar Cássio para concorrer ao Governo.
Para o dirigente, o senador possui a melhor conjuntura para entrar no pleito. Segundo ele, a possibilidade de efetivação da campanha só será discutida em 2014, inclusive se Cássio Cunha Lima será lançado como candidato ou se o PSDB manterá aliança com o PSB do governador Ricardo Coutinho, que concorrerá à reeleição.
Ao que tudo indica, o espaço para Cássio será garantido em nível estadual e nacional. Entretanto, o senador, em sua mais recente entrevista à imprensa, reforçou a permanência da aliança com o governador. Ele reafirmou que não faz parte dos seus planos disputar a eleição do próximo ano e declarou que irá trabalhar pela manutenção da coligação com o PSB.
Mesmo pregando a união, Cássio explicou que o futuro da aliança com os socialistas dependerá do que será ofertado ao seu partido pelo governador Ricardo Coutinho. Uma ‘imposição’ reafirmada é de que o PSB priorize os aliados da última eleição na escolha para indicação de vice-governador e senador da chapa socialista.
Outro impasse que poderia impossibilitar Cássio Cunha Lima de passar novamente pelo crivo das urnas seriam as questões jurídicas, já que ele foi cassado em 2008 pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB),  por abuso de poder econômico e político. Portanto, ele estaria enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Porém,  alguns advogados alegam que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o tema não torna o senador inelegível em 2014. Para esses os juristas, o tucano já teria cumprido sua pena antes da decisão do Supremo.