NFORMAÇÕES DA PARAIBA ,DO BRASIL E DO MUNDO, A NOTICÍA COM IMPARCIALIDADE BEM VINDOS A NOSSA LINDA JOÃO PESSOA.
terça-feira, 26 de maio de 2020
O Perigo do COVID-19
segunda-feira, 25 de maio de 2020
Brasil já perdeu mais profissionais de enfermagem para o coronavírus do que Itália e Espanha juntas
Desde o início da crise, 73 trabalhadores brasileiros foram mortos pela covid-19. Falta de equipamentos de proteção e manutenção de idosos em atendimentos de doentes contribuem para a alta mortalidade
Noventa alunos de escola militar de Barbacena são infectados pelo coronavírus
O Brasil tem pelo menos 109 concursos públicos com inscrições abertas nesta segunda-feira (25) que, juntos, oferecem mais de 15,4 mil vagas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Só na Prefeitura de São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul, há oportunidade com remuneração que chega a R$ 18.536,94.
Governos da América do Sul estão adotando medidas de ajuste e realocação orçamentária para enfrentar as necessidades financeiras de seus sistemas de saúde
sábado, 23 de maio de 2020
URGENTE MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO FACE A PREFEITURA DE CAMPINA GRANDE, SEMAS E CMDDCA , É IMPETRADO POR ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL VEJA NA INTEGRA.
As Osc’s que integram o SGDCA (Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente) e são devidamente cadastradas no CMDDCA/CG, impetraram na última quinta feira (21), Mandado de Segurança Coletivo (proc. 0808818- 13.2020.8.15.0001), na 1ª Vara de Fazenda Pública de Campina Grande/PB, a fim de fazer cumprir o que foi determinado pelo Pleno do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Campina Grande.
Segundo o Advogado, Dr. Silveira Brado, que representa as cinco OSC’s impetrantes, o Secretário Maésio Tavares de Melo continua descumprindo as deliberações do Pleno do CMDDCA/CG, e com isso, praticando abuso de poder. Disse o causídico: “o que se percebe, é que mesmo com todos os procedimentos atendidos, mesmo com absoluta aprovação dos Conselheiros – CMDDCA nas deliberações ocorridas em reuniões nos dias 27 de março, 01 de abril e 06 de maio do corrente ano, inclusive com a participação efetiva do MP em todas elas, mesmo com as várias solicitações das OSC’s feitas ao CMDDCA, ao Secretário da SEMAS – Secretaria Municipal da Assistência Social, Órgão vinculado a Prefeitura Municipal de Campina Grande/PB, as 09 Entidades contempladas pelo FIA (Fundo da Infância e Adolescência) não foram atendidas em seus pleitos, tampouco tiveram acesso aos recursos destinados a elas até o presente momento”. O Dr. Silveira Brado lembrou ainda, que no primeiro momento, quando o Fórum das Entidades cobrou do Secretário explicações em relação a excessiva demora para efetivar tal repasse, o sr. Maésio foi absolutamente evasivo em sua resposta, dizendo apenas que não tinha dinheiro suficiente no FIA para atender os projetos e que os reclamantes buscassem o Conselho para sanar as dúvidas. Veja na íntegra a resposta do Secretário.
Absolutamente insatisfeitos com a resposta do então Secretário da SEMAS sr. Maésio Melo, foi encaminhado, via e-mail, pelos membros do CMDDCA/CG-PB, o Ofício de nº 105/2020, que solicita esclarecimentos em relação aos recursos que estavam depositados no Fundo Municipal da Criança e do Adolescente – FMCA, onde constava no dia 25 de março de 2020 o efetivo saldo de R$ 2.266.331,23 (dois milhões duzentos e sessenta e seis mil trezentos e trinta e um reais e vinte e três centavos), e deste valor em caixa deveriam ter sido destinados para as Organizações da Sociedade Civil por meio de repasse R$ 823.988,50 (oitocentos e vinte e três mil, novecentos e oitenta e oito reais e cinquenta centavos). Veja o Ofício CMDDCA na íntegra.
Ressaltou ainda o causídico, que após novos levantamentos de saldo, reuniões com o Ministério Público, SEMAS, CMDDCA e OSC’s, o Pleno do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Campina Grande, no último dia 06 de maio, aprovou, em nova deliberação, a redução em 10% dos valores que foram destinados ao Poder Público e as OSC’s contempladas. Mas que infelizmente, outra vez mais o Secretário não cumpriu com a sua obrigação, desta vez alegando que precisa de um novo parecer da procuradoria do Município. “Na verdade o que percebemos é o mais puro e simples desdém por parte do Secretário e da Prefeitura. E esse desdém não é pontualmente com as Entidades, mas com as famílias de milhares de crianças e adolescentes amparadas pelos projetos dessas Organizações. Ou seja, essas entidades promovem trabalhos extraordinários há anos, auxiliando incansavelmente o Poder Público e fazendo muitas das vezes o papel deste, sem qualquer contrapartida do Município, e quando, por lei, tem recursos destinados a elas, ficam sendo massacradas. É vergonhoso e lamentável termos que bater as portas do Judiciário para efetivar um direito pleno. Vergonhoso!” – disse o Causídico.
terça-feira, 19 de maio de 2020
Cubanos serão reincorporados ao programa Mais Médicos,agora sob a autorização do Governo Bolsonaro.
A pasta havia estimado um total de R$ 1,4 bilhão em investimentos, e que esses profissionais poderão atuar em mais de uma unidade de saúde, o que deverá ser organizado pelas respectivas secretarias de saúde.
Os guerrilheiros cubanos estão voltando, agora sob a autorização do Governo Bolsonaro. Aquele governo que luta contra o comunismo, contra a esquerda destruidora das famílias e que torce contra o fracasso do Brasil.
Grávida é diagnosticada com Covid-19, tem parto prematuro e morre antes de conhecer filho no AM
Eliane Ramos Rodrigues estava grávida quando foi diagnosticada com o novo coronavírus, em Manaus. Ela morreu dias depois, em um hospital de Manaus, após passar por um parto prematuro e não conheceu o filho. No Amazonas, o número de casos do novo coronavírus passa de 20 mil e já são mais de 1,4 mortes.
Eliane estava no oitavo mês de gestação, quando começou a sentir falta de ar e fortes dores no corpo. Ela passou por exames, que confirmaram que ela estava com o novo coronavírus. O filho, Bernardo, nasceu prematuro. Após o parto, ele se recuperou e recebeu alta.
A mãe permaneceu internada em um hospital da rede privada, em estado grave. No dia 14, ela não resistiu e morreu sem conhecer o filho.
Bernardo e o irmão mais velho, de 6 anos, agora moram com a tia, que lamentou o ocorrido e o cenário que as famílias das vítimas do novo coronavírus no estado passam.
"Ela foi enterrada no cemitério público. Numa vala onde na qual não tem coveiro, porque o homem foi informado lá que os coveiros tão tudo doente. Quem joga terra no caixão é um trator, desumano para mim isso fiquei muito revoltada, essa cena não sai da minha cabeça", comentou Maria José Ramos Rodrigues.
Em nota, a Prefeitura de Manaus negou a falta de coveiros. Segundo o comunicado o cemitério Nossa Senhora Aparecida, localizado no bairro Tarumã, dispõe de 14 coveiros, dois fiscais e 5 ajudantes por dia de trabalho.
Pandemia no Amazonas
Os crescentes números de pessoas infectadas pela Covid-19 superlotaram as unidades de saúde de Manaus e colocaram o sistema de saúde perto de um colapso, com quase 100% dos leitos ocupados.
No domingo (17), no entanto, o Governo informou que a taxa de ocupação de leitos de UTI caiu de 86% para 82%, depois do aumento de mais de 65% dos leitos em pouco mais de dois meses. As instalações, ainda segundo o Governo, "desafogaram" o sistema.
A pandemia em Manaus também causou aumento de mortes - já são mais de 1,4 mil.
Com isso, a quantidade de enterros saltou de uma média de 30 para 100 ao dia e, afetou, também, o sistema funerário da capital. O pico ocorreu no domingo, 26 de abril, com 140 sepultamentos.
Mesmo com as estatísticas, Manaus teve queda significativa nos enterros diários em cemitérios nos primeiros dias de maio. A média passou de 118 para 59 enterros. Apesar disso, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, em nota pública, o fez apelo para que a população respeite as medidas de prevenção e o isolamento social.
Por causa da demanda, contêineres frigoríficos são usados para comportar os corpos em hospitais de Manaus. A medida ocorreu após um vídeo mostrar corpos posicionados ao lado de pacientes internados no Hospital João Lúcio.
Na capital, a maioria dos sepultamentos é feita no cemitério Nossa Senhora Aparecida, que recebeu contêineres frigoríficos para armazenar corpos. Lá, a Prefeitura abriu valas comuns para conseguir suprir a demanda de enterros. O empilhamento de caixões também chegou a ser adotado, mas foi cancelado depois de protesto de familiares.






